terça-feira, 26 de outubro de 2010

Eu profissional

O que o mercado pede hoje, é o que poucos tem o dom de enxergar. Para muitos o currículo é uma necessidade de acúmulo, uma arma de fins lucrativo e para outros não importa a importância que isso lhe rende.

Quando o aluno começa seu ensino profissionalzante, se engajando ao mercado desde o ensino médio regular, somente a bagagem de experiência torna-o capaz de entender tamanho conhecimento que são obrigados a adiquirir. A partir deste ponto, os alunos começam a questionarem e responderem por si próprio, como as coisas funcionam, e isso, nenhum estudo será capaz de tornar diferente a sua forma de pensar.

Em princípio eles começam a entender que esses estudos que padronizam e cientifica tudo e todo a sua volta, é uma mera descrição do que ele já sentiu, sente e sentirá. Mas a forma como ele visualiza, somente ele é capaz de entender, ou seja, aonde ele aplica este conhecimento e passa a relacionar com tudo que aprendeu.

Enquanto o aluno não obter essa visão de como comparar a sua realidade com as doutrinas que lhe é ensinado, pouco o aluno se comprometerá com sua carreira. Por outro lado, os proprios profssionais experientes ainda não conseguem entender e relacionar seu conhecimento com sua bagagem, esses, são os profissionais que dão valor ao seu currículo. O principal problema de hoje, é que a educação não ensina como o aluno tem de lhe dar com sua filosofia interna, pois quem os ensinam são os próprios manipulados pela facilidade da venda barata de sabedoria.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

O problema não é o PT e PSDB, é o eleitor


O Brasil ainda é dividido em dois tipos de pensamentos: dos pobres e dos ricos. Para quem gosta de analisar mais profundamente tal aspecto, diria que essa conclusão está errada.
Hoje o Brasil é um país que representa a américa do sul, e é temido globalmente, temido não pela força Militar, mas pela força de ascenção que possui. Lá fora todos já nos percebem, mas por dentro ainda não caíram a ficha, aqui os dois pensamentos são por um lado dominado pelo PT, e por outro pelo PSDB, os que não estão satisfeito com a atual política e visa uma reforma diferente do já vista votam no PV. E analisando por esse ponto, O PT e o PSDB é detentor de toda força de manipulação que existe no Brasil, se um não consegue o que quer, o outro consegue, e uma terceira alternativa fica obrigado a aderir esse cenário.
O PT nunca jogou errado, política ele sabe muito bem fazer, a filosofia de Aristóteles comprova o quanto o partido vermelho consegue com seu "Pão e Circo", já o PSDB aplica a filosofia iluminista da paciência, da convicção a longo prazo. Resumindo um esfrega na cara o outro tenta fazer enxergar. Ambos com isso consegue uma divisão concisa da mente brasileira.
A idéia é que,a política sabe muito bem o que faz e o eleitor acha que sabe, - eu não entendo nada da pólítica brasileira -, gostaria de saber desses que entedem de política e votam no seu partido, o que é política...

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Política ou Guerrilha

O que é política descente para brasileiros? a questão não é apenas corrupção, os próprios políticos não possuem postura, o nível é baixo, e me parece que é (mesmo) apenas isso que o Brasil quer ver, o brasileiro quer ver o "pau quebrar".

Nunca vi debate por ataques, debate significa trocar opiniões, discutir e chegar a conclusões. brasileiros balançam bandeira: " sou PT", "Sou PSDB", qual o sentido disso? pelo que nos ensinam, político é aquele que visa representar e trabalhar pelo seu limite demográfico, como ousam falar mal de seus próprios político? fazer política é apoiar cada segmento de fase para melhorar o que não conseguiu, e parabenizar a tentativa de seu anterior.

Mas na política de hoje, os candidatos não protegem sua opinião, protegem seu partido, a sua empresa, gostaria de ver se político fosse trabalho não remunerado, queria ver pesoas brigando para se candidatar, Skaf é presidente de um sistema de ensino privilegiado, para que se candidatar? outra, o atual presidente do PT dutra é Geólogo renomado da UFRRJ, foi presidente da Petrobrás e pesquisador da Vale, será que ser político é o cargo mais lisonjeador do brasil?

Descrevo meus argumentos em primeira pessoa, pois não respondo por todos, e declaro que minha opinião sobre esse Brasil angustia, brasileiros ainda não estão totalmente cultos, estudem um pouco sobre seu Brasil, leiam mais livros, o povo se considera alfabetizado por conhecerem noticias televiosionadas, não quero discutir com quem acha que só porque assiste jornal e le jornal sabe das coisas, não conhecem como funciona a própria república, muito menos a psicologia e filosofia política.
Sinto-me envergonhado emassistir mais uma repugnante conversa de fanfarrões, é brasileiro você é o palhaço aqui....

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A relação entre política e educação

Há 22 anos de uma nova república e os brasileiros ainda não aprenderam como funciona sua gestão presidencialista, semrpe sendo ignorantes idolatrando imagens fornecidas em público, e não conseguem mais distinguir o que é transparência.

O Brasil é uma república presidencialista parlamentar, onde por plebiscito escolhemos aquele que irá representar a nossa república, e este nomeia seus ministros que são os seus bispos medievais. Paralelamente elegemos as cadeiras ao senado, parlamento e a câmara da onde são inseridos as reformas e idéias que serão discutidas em prol do progresso e melhoramento do país e seus distritos. O problema da ignorância do brasileiro, é achar que o representante é que faz acontecer os benefícios e planejamentos, o que não convém com sua conclusão, muito menos um partido político é que “inventa” uma solução para nossos problemas.

Tudo que é discutido na Curia Hostilia brasileira vem de fato, da educação implantada no nosso país: sem educação a política se torna empírica, e com educação a política é chamada conservadora. Quando um governo implanta projeto, temos que entender que este projeto é um plano já pesquisado pelas nossas instituições superiores, e que sem elas um mero político não seria capaz de tamanha abrangência. Existe sim a política dita anteriormente empírica, que são o movimento dos políticos que investe em enxergar os problemas do momento,e assim convencem por emoção seus seguidores que concordam com suas metas de solução a curto prazo, momentânea e conseqüencial, ou seja diante disso acaba por surgir problemas em outros focos por que não houve pesquisa universitária.

Política não deveria ser competida, por que não é uma briga por vitoria, mas sim por uma solução, o brasileiro tem o pensamento de sempre querer ganhar, é o caso da influência dos esportes, mas se tratando de política tem que se enxergar o porquê o Brasil está na situação que está, e não ficar fanatizando figuras políticas dizendo que eles são os santos que resolvem problemas, a educação é a base de tudo, quanto mais qualidade na educação mais pesquisas avançadas serão discutidas e implantadas para solução dos problemas.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A Copa do mundo e o Novo Brasil


Durante a longa história do século XX brasileiro, a pátria verde-amarela foi palco de diversas transformações, mudanças essas que sempre foram vistas como símbolo de um futuro.

Fazendo um breve balanço, começando da nova república, 1930 (bem como o ano da primeira Copa, sediada em Montevidéu), o brasileiro começava a sentir no país não mais o resíduo aristocrático de uma vanguarda imperial. Diante do estouro da primeira bolha econômica em 29, o Brasil começava se tornar vulnerável para com ações políticas, Getúlio Vargas tomou a primeira parte da nova república, implantou a política populista e conquistou o povo com suas breves reformas trabalhistas; mais a frente o governo de "cinqüenta anos" de Juscelino Kubitschek emplacou uma nova cara ao Estado brasileiro, e com a inauguração da Petrobrás o Brasil voltava aos poucos fazer parte do mundo; no regime militar tive-se avanços e desavanços que finalmente nos anos 80 forçou a nova constituição e chegou-se a república atual.

Analisando esses pontos chaves da história, é visto em primeiro, o povo começar a brigar pelos seus direitos, com a criação de Brasília e a Petrobrás, o povo conquistou a palavra "é meu"," é nosso", "somos nós que fizemos"; no regime militar a globalização pós guerra dobrou a capacidade da nação sonhar,como que:" lá fora tudo é melhor, aqui também será", e a nova constituição em 88 significou o início de um sonho que começou a se realizar. O futebol brasileiro intercalando toda essa fase foi fundamental no sentido em que se observar mais nitidamente, as taças que foram conquistadas, ocorreu em tempos em que o Brasil mais se via esperançosos: 1958 ( período de desenvolvimento do sudeste e criação grandes empregos com a Petrobrás, Siderúrgica, Usiminas, Industria automobilísticas etc.), 1962 (pós Brasília), 1970 (milagre econômico), 1994 (FHC) e em 2002 (Lula).

O patriotismo brasileiro, não é visto apenas em períodos de copa, a diferença filosófica é que, pelo menos nos períodos em que a camisa verde-amarela ergueu a taça, fizeram-se parte de momentos históricos em que o povo se unia na expectativa de uma meta. Ainda não se conquistou o hexa pois o patriotismo se vê pequeno diante do fato de o Brasil já ser grande para o povo. hodierno não se aflora tanto um sentimento de esperança, pois já se vê passando o futuro do tão sonhado sonho, e nesse momento o brasileiro está satisfeito com suas vantagens.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Xadrez de filosofia

A seleção natural descrita por Darwin, aborda que variação e determinação de características são influenciadas por tudo quanto interage a volta do individuo.

Sabendo que os homens também fazem parte desta teoria, partindo do princípio que é um determinante do filo animal, pode-se ser viável a aplicação desta seleção não somente no aspecto biológico, mas também na naturalidade da fluxação social e psicológicos dos homens.

Tudo que acontece, predestinado ou não, causa enorme impacto na economia, política etc., e consequentemente muda a estrutura previa de cada momento histórico da humanidade. Quaisquer fatos que sejam, as sequências giram em torno de um porquê. Desde um pequeno átomo que tem seus elétrons girando a elipses de seu núcleo, até a gigante galáctea obedecendo a sua estrela central, a sociedade observa um centro comandante.

Um Chefe de família, Presidente, Estado representante, são exemplos de domínio dos mais fortes e uma amostra de que a seleção natural ocorre na competição dos mais favoráveis. Assim sendo existe também a possibilidade da determinação induzida, onde o mais forte faz a influência, porém neste caso não se é possível prever até onde essa intromissão levará uma coisa a outra caindo na naturalidade das ocorrências.

Pelas antigas filosofias, pode-se ter um estudo especializado de ato e consequência que a sociedade vem aderindo, tanto fracos retóricos quanto grandes diplomatas é forte influencia nesse efeito dominó que a natureza das consequências mantém num ciclo sem fim não de evolução mas sim de reestruturação.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Darwin x Transgênicos



O mundo anda assustado com incontáveis desastres de diversos os tipos ocorrendo em toda partes do mundo; São terremotos de alta escala Richter: 7,5 Haiti, 7,0 Chile; Ciclones e Tornados no sul do Brasil; Maremotos seguidos de altos Tusnamis; Erupção do Eyjafjallajokull, aquecimento global; Terrosismo, desmatamento etc...

Frente a tanta fumaça, cegos é visto a humanidade, que pouca atenção foi dada a evolução de toda vida existente a sua volta, não basta as lutas pela manutenção dos animais e vegetais em extinção ou praticamente extinto, continua-se como sempre ignorantes e gananciosos, buscando sempre o caminho mais prático e barato, o homem hoje se tornou deus do seu próprio mundo podendo escolher o que quer fazer sem consultar sua natureza; Depois que aprendeu a manipular a genética, o mundo começou a plastificar suas gerações.

Pelos princípios de Darwin, não somente dele mas também de tantos outros naturalistas e biólogos de vasta natureza, foi de fato questionado a atual situação das espécies, raças, grupos e sociedade de indvivíduos sejam eles animal ou vegetal, que a seleção natural não é singela e que faz parte dela a manipulção consciente e não consciente para formação de todas variedades.

Na "A Origem das Espécies" pode se obter um claro estudo sobre a domesticação, de onde descreve também suas pequenas consequências, não comprobatórias por ser conteúdo não científico, porém indubitável comparado a análises argumentativas, isto não é dizer que está errado, mas está mais certo do que nunca se relacionarmos a defesa na utilização dos transgêncos, ou seja, sabemos que estes não tem respostas de suas consequências futuras, e nem sabemos tão vasto pode afetar a natureza a sua volta, juntamente sua cadeia natural que liga ecologicamente o outro e por assim vai.

Hodierno, pessoas comum não liga tal fato como um desastre, porem se analisar mais profundamente, pode-se ver que o mundo está sendo modificado, não basta a natureza se virar para se adaptar a poluição, como ocorre com as folhas vermelhas que as plantas estão começando a se mutar para ser mais resistentes aos raios ultravioletas do sol, e os animais que estão aprendendo a conviver domesticamentes como os macacos que vivem em torno de centros urbanos etc., Os OMGs são fatos que também interferem na natureza, e eles só estão sendo produzidos cada vez mais por que a demanda é cada vez maior, e da mesma forma que Darwin não provou concretamente sua seleção natural, é óbvio que os produtores de transgênicos não conseguirão dar a resposta dos efeitos colaterais que já fazem efeitos nas agriculuras e pecuárias modificadas.

Não é somente o aquecimento global que está modificando esse mundo que tem vida, de outro angulo, vemos o homem refazendo o mundo, e nem se quer tem a resposta de tudo isso; Lavoisier disse que "na vida nada se cria tudo se transforma", é indubitável, de fato, isso é teoria natural, porém o que se faz hoje é um meio termo, não se cria mas se modifica, manipulamos o que pode se transformar.

Darwin não tinha provas, mas sabemos que a seleção não natural da era genética, também pode modificar a natureza e trazer conseuquências numericamente tão desastrosas quanto o próprio aquecimento global.